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O ajuste leva uma tarde: a cadeira baixa ganha uma almofada firme, o banco alto perde alguns centímetros de pé, e a cadeira certa fica como está.
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Renata resolveu as três alturas com uma trena, duas almofadas de assento e um serrote emprestado do pai. Nenhuma cadeira saiu de casa.
1. Meça a altura da mesa, do chão até a face de cima do tampo, e desconte 30 centímetros: o resultado é a altura alvo do assento.
2. Meça cada cadeira do chão até o ponto mais alto do assento, sem almofada, e anote ao lado da altura alvo.
3. Nas cadeiras baixas, some a diferença com uma almofada firme de espuma D33 (a densidade da espuma que não afunda ao sentar), presa com fita ou amarrilho.
4. Nos bancos e cadeiras de madeira altos, marque a diferença nos quatro pés com fita crepe, todos na mesma medida.
5. Serre os pés pela marca, lixe a ponta e cole uma sapata de feltro para não riscar o piso.
6. Sente em cada lugar com o prato na mesa e confira se a coxa passa livre e o antebraço apoia na horizontal.
Os números da mesa de Renata
As cadeiras de acrílico, a 41 centímetros, ganharam almofadas de 4 centímetros em linho cru, que já assentam em 45. As de palhinha, a 46, ficaram como estavam, dentro da tolerância de 2 centímetros.
O banco do pai, a 52 centímetros, perdeu 7 centímetros de cada pé no serrote, numa tarde de sábado com o próprio pai segurando a madeira. Ficou a 45, e o joelho passou a entrar inteiro embaixo da saia.
Quando o pé não pode ser cortado
Cadeira de metal, de acrílico inteiriço ou de valor de antiguidade não se serra. Para essas, o caminho é trocar o lugar: a peça alta vira cadeira de escrivaninha, de penteadeira ou de aparador, onde a mesa de apoio costuma ser mais alta.
No domingo seguinte, os pais de Renata voltaram para o almoço. O pai sentou no banco que ele mesmo fez, agora encostado no tampo, e a mãe comeu numa cadeira transparente sem levantar o ombro. Cinco assentos diferentes, todos a 45 centímetros.
“Na sua mesa de jantar, quantos centímetros separam o assento de cada cadeira do tampo?”
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